No artigo publicado pela revista 2G, tem-se uma comparação de Zé Celso a respeito do teatro: o Oficina está concebido como um terreiro (lugar de celebração do culto popular afrobrasileiro do candomblé), com elementos simbólicos deste culto (cascata d’agua e o jardim sagrado no centro do palco). Essa concepção de terreiro pode ter sido influencia das raízes do Bixiga, que durante o século XVIII refugiou uma comunidade de quilombos (que deixaram como herança para o bairro um pouco da cultura africana). Além disso, o autor ainda faz outra interpretação de terreiro: como um lugar onde se vive, se planta, se colhe, cria animais e onde acontece celebrações e no teatro encontramos essas representações do nosso cotidiano.
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